quinta-feira, 16 de abril de 2015

Aprenda a técnica do Mosaico

Curso Completo de Mosaico

Aprenda a técnica de mosaico criando a sua obra de arte. Resgate o seu lado artistico através da união de cores, fragmentos e de sua criatividade. Através de ferramentas e da aplicação em diversas técnicas, você vai desenvolver  5 peças: um porta-joia, uma mandala, um numeral para sua casa, uma luminária e um tampo para mesa de apoio
  • Carga horária:
    36 horas, que são divididas em 12 aulas de 3 horas cada
  • Nível do curso:
    Básico e intermediário
  • Público-alvo:
    Artesãos, artistas plásticos, pintores, decoradores, arquitetos designers de interiores e demais interessados em aprender a técnica do mosaico.
  • Objetivo geral:
    Aprender a técnica de mosaico, do corte correto das pastilhas e vidros coloridos, preparação da base à montagem das peças
  • Pré-requisitos:
    Não há pré-requisito.
Material Incluso:
Kit das peças de base e o material para a execução destas peças.
Apostila
Ferramentas (uso coletivo nas aulas) 

Não Incluso: Base de ferro para a mesa de apoio e para a luminária


Aulas: Terça-feira ou Quinta-feira 

Horarios: das 9h00 às 12h00 ou das 14h00 às17h00


Informações 


Inscrições: 

fone: (19) 995196902
email: tine.geuer@gmail.com

  • Modelo das peças as serem executadas

Porta-joias 

Mandala 15 cm
                                   
Número feito em ardosia metodo indireto

                             

Luminária


E um tampo de mesa de apoio  (base de ferro não incluso)


Inscrições: 

fone: 19 - 995196902
email tine.geuer@gmail.com

domingo, 19 de outubro de 2014

domingo, 9 de março de 2014

Mandalas, móbiles, Porta Chaves....





Mandala - É uma palavra sânscrito que significa Círculo. Universalmente a mandala é o símbolo da totalidade, da integração e da harmonia. Em várias épocas e culturas, foi usada como expressão científica, artística e religiosa.

Móbile - Escultura feita com pequenas peças, suspensas individualmente por fios e que se movem ao vento.



São coloridas

Móbile mosaico borboleta
Móbile Sol e Lua

Móbile formas
                                       
                                                       Alegres 


Colibri
Mandala Coruja
Mandala Lua
             


                      E dão um toque especial em sua decoração.


Móbile mosaico colibri

Móbile mosaico casal pássaro

                                            

            Participação na Feira de Arte e Artesanato de Campinas/SP


domingo, 5 de maio de 2013

Luminárias com vidros e seus reflexos em luzes

Depois de escolhido o modelo, para dar o destaque que o lustre merece na decoração o segredo é evitar muito objeto no mesmo ambiente. Caso o objetivo seja valorizar o ambiente com a peça, lembre-se que ela deve ser protagonista, evitando muitos objetos e até iluminação muito próxima, que pode neutralizar seu efeito.

Observar a localização, a altura em que será colocada e o efeito que a peça pode causar em diferentes posições é essencial para maximizar o efeito do  em um ambiente. “Na colocação de um lustre, o que dá certo é respeitar o estilo do ambiente e verificar se está no local adequado para o efeito que pode proporcionar.”




Para executar o serviço de instalação, é essencial contar com um eletricista, profissional que tem conhecimento técnico e está acostumado com as peças e maneiras de instalação, que variam de lustre para lustre.Também é ideal que seja verificada a altura da peça no momento da instalação.
















sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Arte e Meditação


7/1/2013 9:17

Por Frei Betto - do Rio de Janeiro

A arte, como a meditação, nos induz ao mergulho no próprio eu
A arte, como a meditação, nos induz ao mergulho no próprio eu
Participei, em fins do ano passado, de três encontros com grupos de oração em torno do tema arte e meditação. Toda obra de arte é sacramento, sinal sensível do que não se vê e, no entanto, ela expressa. Dela emanam sinais polissêmicos. Ela “fala” a cada observador. E este estabelece com ela uma relação sujeito-sujeito, dialógica, interativa. A arte desperta-nos a intuição e a emoção. Nos re-liga com algo que, até então, escapava à razão. Daí sua relação com a religião. Ela emite sinais que não são controlados nem pelo artista nem pelo apreciador.
A arte, como a meditação, nos induz ao mergulho no próprio eu, lá onde o ego se desfaz qual botão de rosa a se abrir em flor, e nos aproxima da ideia de beleza e harmonia. Enleva-nos, faz-nos apalpar o Mistério, balbuciar o impronunciável.
Ao contemplar ou desfrutar da obra de arte – pintura, balé, música – ela se metaboliza em nossa sensibilidade. Ao meditar, refluímos os cinco sentidos no núcleo axial que nos remete ao verdadeiro eu e que, na verdade, é um outro que funda nossa verdadeira identidade.
O que é, hoje, obra de arte? Há uma dessacralização da arte. O início desse processo talvez possa ser demarcado pela obra “A fonte”, de Marcel Duchamp, criada em 1917, e representativa do dadaísmo. Trata-se de um urinol de porcelana, idêntico a milhares encontrados em mictórios públicos. Exposto em Paris, está avaliada em 3 milhões de euros.
Hoje em dia o valor da obra de arte, sua aceitação pelo público, tem muito a ver com a performance do artista. Vide os cantores pop. E é o mercado, apoiado na mídia, que determina o que tem ou não valor.
Muitos artistas morreram sem serem reconhecidos, como Van Gogh, que em vida jamais vendeu uma tela. Presenteou seu médico com o quadro “Rapaz de quepe”, que o doutor aproveitou para tapar um buraco no galinheiro de sua casa… Há pouco esta tela foi vendida por US$ 15 milhões!
Todo artista se julga digno de valor e reconhecimento. Isso, entretanto, depende dos críticos, da mídia, da reação do público. São raros aqueles que, mesmo sem cair no gosto do mercado, permanecem fiéis a seu talento criativo.
O que pode ser admirado hoje, pode ser desprezado amanhã. É o caso de um dos autorretratos de Rembrant. A cada vez que deixava a Holanda, a tela era assegurada em US$ 4 milhões. Uma comissão de peritos e críticos, que analisou todos os quadros atribuídos ao genial pintor holandês, concluiu que um dos autorretratos, embora assinado com o nome dele, não pode ser atribuído a ele. A obra caiu no ostracismo…
O nosso olho, a nossa sensibilidade para a obra de arte, são condicionados pela opinião pública. Esta tende a ser elitista. Considera arte o que atrai o público pagante; e folclore o que atrai pessoas desprovidas de recursos.
Não me agrada a adjetivação “arte popular”. Nessa categoria costumam entrar as obras de todos que não possuem suficiente erudição artística nem frequentam as rodas que se fecham em galerias sofisticadas ou palcos refinados.
A meditação, como a arte, exige cuidado, ascese, empenho, confiança na própria capacidade criativa. Tanto a arte como a meditação nos conectam com o Transcendente, nos fazem emergir da esfera da necessidade para a da gratuidade, dilatam em nós potencialidades que nos fazem “renascer”.
Não é sem razão que as religiões, sobretudo em suas liturgias, tanto recorrem à arte e têm sido, ao longo dos séculos, escolas de artistas. Quantos cantores e músicos estadunidenses não iniciaram sua arte em igrejas evangélicas!
Infelizmente o mercado nos impõe, pela mídia espetaculosa, o mero entretenimento como se fosse obra de arte. Nisso se parecem às liturgias que exacerbam nossa emoção sem nada acrescentar à nossa razão e, muito menos, ao caráter ético de nossa ação. Vide as showmissas.
A arte não há de ser de esquerda ou de direita, moralista ou inescrupulosa. Há de ser bela. Consta que eram nuas todas as esculturas e figuras pintadas por Michelangelo no Vaticano. Até que um papa escrupuloso pediu a Daniele Volterra, discípulo do genial artista, para cobrir com uma pincelada os órgãos genitais… censura removida recentemente por peritos japoneses. Volterra ganhou o apelido de “Il Braguetone”, O Braguilha…
Todo artista é clone de Deus. Extrai de sete notas musicais, dos movimentos do corpo, do desenho, do barro, do modo de narrar uma história, o que há de belo no humano e na natureza. Recria ao criar. E sempre o faz partir de um estado de concentração comparável à meditação.
Frei Betto é escritor, autor de “A obra do Artista – uma visão holística da natureza” (José Olympio), entre outros livros. http://www.freibetto.org – twitter:@freibetto.

Fonte.....http://correiodobrasil.com.br/noticias/opiniao/arte-e-meditacao/566880/